Rômulo Figueiredo, secretário de Administração, garante que a denúncia de propina por parte de servidor público municipal, em ação cível ajuizada pelo promotor de defesa do Patrimônio Público, José Carlos Fernandes, não deve ser generalizada entre todos os membros do departamento de licitação da Prefeitura de Uberaba. “Este é um fato isolado. Não concordamos com a generalização e em hipótese alguma aceitaremos a pecha de esquema de propina em licitações”, afirma.
De acordo com ele, a denúncia envolve apenas um servidor, enquanto existem outros 28 servidores de carreira responsáveis pelas duas comissões permanentes de licitação na PMU. O secretário observa que cada um tem seu livre-arbítrio e responde por seus atos e ações. “Nesses quase oito anos de governo, esse é o único caso de corrupção verificado nas comissões de licitação. É injusto com o conjunto de servidores se generalizar com todos os integrantes”, completa o secretário. Além disso, ele lembra que o acusado das denúncias está afastado das funções a pedido da Justiça justamente para dar a autonomia e transparência ao setor.