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O secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, afirmou que Minas registra falta de soro, contraste e dipirona venosa em hospitais da rede pública. Segundo Baccheretti, que cedeu entrevista ao jornal Hoje em Dia nesta sexta-feira (15), o problema se dá pela falta de insumos e não de recursos.
O chefe da pasta da saúde estadual revelou que a escassez de alguns produtos impacta diretamente no preço, provocado pela dificuldade de importação em importantes cidades da China, especialmente pelo lockdown ocorrido recentemente, o que ocasionou em um desequilíbrio na economia. Em uma tentativa de minimizar os impactos, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) planeja remanejar os estoques.
A pandemia do COVID-19 agravou o cenário de desabastecimento de diversos itens, por causa disso, 19 hospitais têm um grande estoque para suprir as necessidades e a falta de materiais. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou, em nota, que os referidos medicamentos e insumos citados não são adquiridos pela Secretaria Estadual de Saúde, devido a isso, não é possível mensurar o desabastecimento.
O Ministério da Saúde informou que trabalha sem medir esforços para manter a rede de saúde abastecida com todos os medicamentos ofertados pelo SUS. A medida adotada pela pasta foi a inserção de medicamentos na lista de produtos com redução do imposto de importação sobre insumos. A pasta garante que atua em conjunto com a Anvisa, estados, municípios e representantes das indústrias farmacêuticas para articular ações de enfrentamento ao desabastecimento de insumos hospitalares no país.
*Com informações do jornal Hoje em Dia