Uberaba solicitou áreas ao governo federal para implantação de novos minidistritos na cidade; pedido foi formalizado ontem
Uberaba solicitou áreas ao governo federal para implantação de novos minidistritos na cidade. O pedido foi formalizado ontem à Superintendência do Patrimônio da União, órgão ligado ao Ministério do Planejamento.
Cumprindo agenda em Belo Horizonte, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Renato Gomes, se reuniu com o superintendente Rogério Veiga Afonso para discutir o assunto. Na ocasião, foi apresentado ofício manifestando o interesse do município em área pertencente à União no bairro Tita Rezende, onde a Prefeitura planeja instalar 30 pequenas e microempresas.
A Prefeitura também entregou um segundo ofício para solicitar informações sobre outras áreas da União ou da extinta Rede Ferroviária Federal existentes em Uberaba e que possam ser repassadas ao município para ser transformadas em minidistritos. “Queremos lançar novos programas de desenvolvimento econômico na cidade e para isso precisamos de mais áreas. Com esse levantamento, vamos conhecer todas as possibilidades.”, pondera Gomes.
O secretário já havia divulgado anteriormente que os três minidistritos da cidade haviam alcançado a capacidade máxima com os protocolos de intenções assinados ao longo do primeiro semestre. Por isso, alternativas estão sendo estudadas para viabilizar novos espaços para a atividade industrial.
Gomes conta que o representante do governo federal sinalizou ser favorável à demanda do município e se comprometeu a realizar um levantamento para dar resposta à Prefeitura sobre os pedidos. “O superintendente disse inclusive que poderá, mediante as informações, acelerar o recebimento de outras áreas da extinta rede ferroviária para a União”, encerra.
Ainda em Belo Horizonte, José Renato esteve na Secretaria de Desenvolvimento Econômico para tratar do repasse ao município de áreas remanescentes do Distrito Industrial 3. O objetivo é a construção de uma avenida de quatro pistas para melhorar a mobilidade e o escoamento de produção no local, que hoje conta somente com um acesso.