A Secretaria Municipal de Educação (Semed) e o Sindicato dos Educadores do Município (Sindemu) reuniram-se na Casa do Educador Professora Dedê Prais. O encontro foi solicitado pelo Sindemu, que apresentou demandas à pasta, relacionadas ao modelo híbrido adotado pela rede municipal de ensino para a volta às aulas presenciais e, também, sobre o protocolo com as medidas de biossegurança nas unidades.
Recentemente, o Sindemu visitou algumas escolas e apontou falhas pontuais nos protocolos de segurança, como trabalhadores sem uso de equipamentos obrigatórios, uso irregular de equipamentos, lixeiras sem pedal, entre outras observações.
O Sindicato, também, abordou sobre os casos pontuais de pessoas contaminadas que estão adentrando as escolas e participando das atividades.
A secretária de Educação, professora Sidnéia Zafalon, recebeu o presidente do Sindemu, Bruno Ferreira, e outros diretores da entidade. Durante o encontro, o sindicato disse que não concorda com o modelo adotado para a volta às aulas e questionou o controle dos casos de Covid nas instituições de ensino.
Sidnéia garantiu que as ações desencadeadas pela Semed para a volta às aulas foram precedidas de amplo planejamento, tanto pedagógico quanto em relação às medidas de biossegurança.
Ela reiterou que o modelo híbrido, com três aulas presenciais diárias e duas remotas, foi o caminho encontrado para assegurar a carga horária do professor, sem comprometer a qualidade do ensino, para quem está na unidade de ensino ou não.
Sobre os registros de Covid na rede, Sidnéia destacou que a Semed trata com total transparência, desde o primeiro caso, assim como tem um balanço diário da situação, além de fornecer o suporte aos gestores e à comunidade escolar.