Transtornos pela falha no transporte escolar não devem recair nos professores, posiciona Sindemu
Em meio aos problemas enfrentados com o transporte escolar na zona rural e a suspensão de aulas esta semana, o Sindemu (Sindicato dos Educadores do Município de Uberaba) publicou nota nas redes sociais para questionar sobre a reposição das aulas.
No texto, o sindicato contesta que os transtornos ocorridos no início do ano letivo devido à falha no transporte escolar não devem recair nos professores da rede municipal. Ainda segundo a nota, a Prefeitura teve prazo desde outubro para organizar o serviço com a nova empresa contratada. Por isso, é necessário pensar alternativas para cumprir os 200 dias letivos dos alunos da zona rural. “Os professores e demais servidores serão penalizados com as reposições?”, contesta.
A volta às aulas na zona rural ocorreu na quarta-feira (5), mas alunos da ficaram sem transporte e não conseguiram comparecer à escola. Em seguida, a Prefeitura acabou suspendendo as aulas na quinta (6) e na sexta-feira (7) para dar prazo à empresa para regularizar a prestação de serviço. A Expresso RS, responsável pelo transporte escolar, alega que houve atraso na entrega dos veículos adquiridos para o início das atividades e que transportadores contratados desistiram de última hora sem justificativa, o que gerou os transtornos no primeiro dia de aula.