POLÍTICA

Testemunhas de Lerin teriam recebido proposta financeira

Advogado Carlos Bracarense, responsável pela defesa de Piau e Almir Silva, na ação eleitoral reafirmou que os depoimentos das testemunhas mostram-se contraditórios e ambíguo

Thassiana Macedo
Publicado em 04/12/2012 às 00:17Atualizado em 16/12/2022 às 05:01
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O advogado Carlos Magno Bracarense, responsável pela defesa de Paulo Piau (PMDB) e Almir Silva (PR), na ação eleitoral reafirmou que os depoimentos das testemunhas “mostram-se contraditórios e ambíguos” e requereu o arquivamento do processo. A defesa destaca que na legislação eleitoral, não há qualquer, artigo que proíba a nomeação e o pagamento de fiscais partidários no dia das eleições.

O advogado vale-se de ofício da Promotoria de Justiça, que informa a ida de pessoas ao Ministério Público “portando cheques bancários emitidos pelo Comitê do Candidato a Prefeito Paulo Piau, com declarações ainda desencontradas, já que alguns dizem terem recebido os valores para que votasse no referido candidato e outros dizem terem recebido para que trabalhassem como fiscais da Coligação”.

Além disso, algumas dessas pessoas teriam declarado ao MP que teriam sido procuradas por pessoas da coligação de Lerin, “com a proposta de comparecer em processo judicial depondo contra o candidato Piau, mediante pagamento de quantia em dinheiro”, frisa Bracarense. A testemunha do MP declara que teria sido procurada por dois indivíduos, sendo um identificado apenas como “Tatai”, nome citado várias vezes pelas testemunhas que prestaram depoimento ao juiz, e o outro, como sendo João Franco. Os dois, segundo trecho do ofício, teriam dito que se a testemunha prestasse depoimento contra Piau e Lerin ganhasse o processo, ela receberia “uma quantia boa”, deixando papel com celulares para contato.

Entre as contradições, a defesa destaca casal em que a mulher afirma na audiência ter tomado ciência de que trabalharia como fiscal de Piau no dia da eleição, enquanto seu marido, também depoente, afirma que ela teria participado de reunião da coligação, dias antes do 2º turno, na qual teria colocado o nome dele na lista de fiscais. Quanto à fiscal internada, Bracarense destaca que sua alta foi dada ainda no dia 28/10/2012 e que prova disso é que ela está quite com a Justiça Eleitoral.

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