Prefeito Anderson Adauto (PMDB) foi condenado ontem a três anos de reclusão em processo crime contra a fé pública julgado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG)
Prefeito Anderson Adauto (PMDB) foi condenado ontem a três anos de reclusão em processo crime contra a fé pública julgado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Os desembargadores da 2ª Vara Criminal acataram a tese da acusação de que houve fraude no processo seletivo para a contratação de 43 agentes de saúde - feita pelo então secretário de Saúde Alaor Carlos de Oliveira Junior, em 2006.
Ainda foram condenados o secretário de Administração, Rômulo Figueiredo, e a diretora de Recursos Humanos, Lázara Abadia Gomes Ribeiro, a dois anos e oito meses e a dois anos e seis meses de prisão, respectivamente. No entanto, a pena dos réus foi convertida a pagamento de multa.
Durante o julgamento, o procurador de Justiça Henrique da Cruz German fez a sustentação oral pedindo pela condenação dos três acusados. Já a defesa do prefeito, feita pelo advogado José Sad Filho, buscava a absolvição. A sustentação oral do secretário foi realizada pelo advogado Davi Oliveira Lima Rocha, enquanto a da diretora foi feita por José Arthur di Spirito Kalil. Ambos também pediram pela absolvição dos seus respectivos clientes. Porém, a decisão de condená-los foi acatada por unanimidade pelos cinco desembargadores que compõem a 2ª Câmara Criminal. O acórdão ainda deverá ser publicado no diário eletrônico do TJMG.