Em solenidade ontem na capital mineira, o governador Romeu Zema anunciou a entrega de 111 viaturas para o policiamento rodoviário, de meio ambiente e para o Corpo de Bombeiros de Minas. Uberaba está entre as cidades que serão contempladas com veículos. Do total de viaturas, 40 veículos dos modelos Hilux e Renegade serão destinados ao Comando de Policiamento de Meio Ambiente de 37 cidades de Minas, entre elas, Uberaba. Não foi divulgado quantos carros serão destinados ao município. Uberlândia também está na lista.
Além disso, serão entregues 30 Renegade para o Comando de Policiamento Rodoviário de 30 municípios mineiros. Os recursos para aquisição dos veículos são oriundos de convênios da Superintendência Regional de Polícia Rodoviária Federal e também de Termos de Ajuste de Conduta (TAC) propostos pelo Ministério Público Estadual e celebrados entre a Polícia Militar de Minas e empresas que causaram danos ao meio ambiente. Outros 32 veículos dos modelos Hilux e Aircross, adquiridos por meio de emendas parlamentares de deputados estaduais, serão entregues a 30 cidades mineiras para o policiamento ostensivo geral.
De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Giovanne Gomes da Silva, os veículos serão utilizados em novas estratégias da corporação para a melhoria da sensação de segurança em cidades do interior e da zona rural. “As viaturas do Meio Ambiente não irão cumprir somente missões selecionadas a proteção do meio ambiente, e sim realizar operação de blitz e pontos-base nas estradas vicinais, melhorando a segurança naqueles locais. Também prevemos a ampliação do Grupo Tático Rodoviário, que vai transitar nas rodovias, cumprindo um cartão programa em que, alguns momentos, eles entrem em algumas cidades em apoio aos policiais locais”, adianta.
No discurso, Zema afirmou que a segurança é uma prioridade do governo, por ser essencial para o desenvolvimento de Minas Gerais. “Não é uma questão de luxo, é uma questão de dignidade do ser humano antes de tudo. E também uma questão fundamental para um Estado que quer se desenvolver. Sem segurança ninguém quer investir, ninguém acredita no futuro”, disse.