Termina nesta sexta-feira (14) o prazo para os interessados em disputar eleições se afastarem dos cargos na administração municipal a fim de viabilizar candidatura este ano. Pessoas em cargos comissionados de terceiro escalão devem se desincompatibilizar e servidores efetivos podem entrar com pedido de licença para se dedicar à campanha.
Entre os nomes que devem deixar a equipe do governo municipal para concorrer às eleições estão Carlos Godoy e Fúlvio Ferreira, pré-candidatos a vereador, assim como Luiz Alberto Medina, que tenta viabilizar seu nome para a disputa majoritária.
Godoy, Fúlvio e Medina ocupavam anteriormente cargos no primeiro e segundo escalões da prefeitura. Os três se desligaram no início de abril para cumprir a exigência do calendário eleitoral, mas foram reconduzidos logo em seguida para cargos de terceiro escalão. Neste caso, a legislação estabelece o desligamento somente três meses antes do pleito, o que começa a valer a partir de 15 de agosto devido à mudança na data das eleições por causa da pandemia de coronavírus.
Medina está atualmente no posto de assessor especial de gabinete; Godoy na coordenadoria-geral do Proeti; e Fúlvio como superintendente de Micro e Pequenas Empresas.
Além dos comissionados, os servidores efetivos também têm até hoje (14) como data-limite para solicitação de afastamento das funções para se dedicarem à campanha eleitoral.
Servidores municipais têm direito a solicitar licença para desenvolver atividade política. O afastamento é concedido até o encerramento do primeiro turno, sem prejuízo nos salários.
No entanto, os servidores são obrigados a apresentar à prefeitura a ata da convenção partidária em que será oficializada a candidatura para as eleições deste ano. Por enquanto, a administração municipal ainda não tem um levantamento do número de pessoas que entraram com o pedido de licença para atividade política.