POLÍTICA

Zema atrela adesão ao regime de recuperação a salários atrasados

Segundo Zema, a necessidade de aderir ao ajuste fiscal é uma questão matemática e não ideológica

Gisele Barcelos
Publicado em 14/06/2019 às 22:41Atualizado em 17/12/2022 às 21:42
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Durante evento empresarial em Nova Lima, ontem, o governador Romeu Zema (Novo) afirmou que os servidores públicos poderão ficar sem garantia de receber salários até o fim do seu mandato, se a adesão ao regime de recuperação fiscal do governo federal não for aprovada. 

Segundo Zema, a necessidade de aderir ao ajuste fiscal é uma questão matemática e não ideológica. “A cada mês pioramos nossa situação. Se não fizermos isso, só vamos ter o quadro agravado e daqui a dois ou três anos o funcionalismo não vai receber nada no mês ou talvez vai receber um salário parcelado de seis vezes, e não é isso que nós queremos”, disse. Além disso, o governador declarou que o Estado está gastando cerca de R$1 bilhão a mais do que arrecada por mês e precisa de um ajuste de contas para resolver o problema. Por isso, Zema afirma que vai iniciar conversas com os deputados estaduais para preparar o terreno antes do envio para a Assembleia das propostas referentes à adesão ao plano de recuperação fiscal. 

Entre as exigências do programa estão as privatizações da Cemig e da Copasa, congelamento de salários e demissões de comissionados. As propostas já foram recebidas com resistência por lideranças de três blocos partidários da Assembleia, que concentram a maioria dos deputados.

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