CIDADE

Codau ainda vai trocar vinte mil hidrômetros até o fim de 2013

Codau deve concluir troca de hidrômetros no município no final de 2013. O serviço está sendo realizado pela autarquia desde 2007

Helena Cunha
Publicado em 15/06/2012 às 15:06Atualizado em 19/12/2022 às 19:07
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Codau deve concluir troca de hidrômetros no município no final de 2013. O serviço está sendo realizado pela autarquia desde 2007. De acordo com o presidente do Codau, José Luiz Alves, até o momento, 90 mil hidrômetros já foram trocados, sendo que ao todo serão 110 mil equipamentos novos.

Assim como está acontecendo em várias empresas de saneamento básico, o Codau, há cerca de cinco anos, vem realizando a troca dos hidrômetros em todas as residências do município. “Hoje há uma tendência, assim como aconteceu com a Cemig, que assumiu todo o parque de medição, todas as empresas de saneamento estão fazendo o mesmo. Pois a compra independente do hidrômetro gerava diversas complicações. Encontramos dificuldades para consertar o equipamento em caso de estragos. Reunimos mais de 15 mil hidrômetros em que não havia peça para repor no conserto”, explica José Luiz, lembrando que é uma obrigação do Codau assumir o serviço, segundo a legislação. 

Ainda de acordo com o presidente da autarquia, a troca está sendo feita conforme as prioridades. Antes de começar os trabalhos foram identificados aqueles hidrômetros que estavam parados e não mediam mais, e estes foram priorizados, e já foram trocados. “Selecionamos aqueles mais antigos, e que apresentavam defeitos. Agora, nesta reta final, devemos fazer a troca dos equipamentos mais recentes. Mas todos serão trocados”, garante.

Já em relação às reclamações, em que as pessoas questionam a instalação do hidrômetro novo, que segundo contribuintes aumenta o valor da conta, o presidente do Codau tem explicações. “O que percebemos, sobretudo no início, quando começamos a substituição, foi uma reação maior da sociedade, porque trocamos aqueles hidrômetros que não funcionavam. Sendo assim, naquelas residências que tinham problemas com medição, as pessoas criaram o hábito de poder gastar água de forma abusiva, visto que no final do mês pagava uma taxa mínima. Pois bem, quando fizemos a troca, o equipamento passou a registrar o que realmente as pessoas consumiam, impactando vários moradores”, explica José Luiz.

A situação aconteceu no início, quando começaram a substituição. Logo em seguida, segundo o presidente do Codau, as pessoas se conscientizaram e consumiram menos.

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