Foto/Arquivo JM

A instituição desenvolve bonito trabalho, sobretudo com crianças, para o desenvolvimento não só de habilidades motoras, como equilíbrio, mas também psicológico
À espera de doação de área para a instalação de nova sede, a Associação Mineira de Equoterapia ganha mais prazo no atual local. Quem confirma é o vice-prefeito, Moacyr Lopes (Solidariedade), que se reuniu com a presidente da instituição, Elaine Alves Mariano, na última semana, onde ficou acordado prazo de mais dois anos no terreno situado na Univerdecidade.
O pedido de permanência na área já foi levado ao Ministério Público para terminar a homologação e a resposta definitiva está prevista para esta segunda ou terça-feira (6).
O período cedido pelo vice-prefeito será utilizado para solucionar a situação de estabelecimento da sede nas Chácaras Mariitas, como era previsto desde a gestão municipal anterior. No começo de 2021, a presidente da associação, Elaine Alves Mariano, chegou a solicitar agilidade no envio do projeto de lei junto à atual prefeita, Elisa Araújo (SD), à Câmara Municipal de Uberaba. Segundo Elaine, “como é uma nova gestão, terá que ser feito um novo processo, que já está em tratativa com o órgão competente”.
Nas redes sociais, os responsáveis por alunos da instituição se manifestaram pedindo ajuda da sociedade, com doações, para que o serviço prestado pela instituição não seja interrompido, já que a associação conta com a ajuda da mensalidade de pais dos alunos, mas, por conta da pandemia, muitos interromperam a terapia.
“Meu filho é portador de deficiência. Ele não conseguia ter equilíbrio. Após a equoterapia, ele já conseguiu melhorar o equilíbrio e até desenvolveu a parte social dele. Então, eu gostaria de agradecer a vocês que puderem contribuir com a AME. É uma instituição que conta muito com ajuda, principalmente nesse momento de pandemia, em que muitos pacientes não podem mais realizar a montaria dupla e interromperam a terapia, sendo que os pais e responsáveis pagam uma mensalidade para a associação poder se manter. Então, nós gostaríamos muito que quem pudesse ajudasse, de coração”, relata a mãe de um aluno.