O mecânico industrial Anésio Fernandes Neto, de 38 anos, residente no conjunto Alfredo Freire 3, contou à reportagem do Jornal da Manhã que se sente indignado, bem como toda a população do bairro, em relação aos problemas relacionados à infraestrutura – ou à falta dela.
Na rua Osvaldo Pereira da Silva, onde ele mora, os terrenos vazios e com mato alto criam situações desagradáveis e causam até doenças, já que é comum encontrar animais peçonhentos e outros insetos, a maioria vinda desses terrenos malcuidados.
Ao lado da residência do mecânico, o mato chega a mais de dois metros de altura. A Prefeitura, apesar de acionada desde o governo anterior, não tomou nenhuma providência em relação a isso. “Mas, no ano passado vieram aqui e me multaram, pois meu passeio, apesar de limpo, não estava concretado”, revelou, mostrando o tamanho do matagal, que já invadiu parte da rua e do terreno da casa dele. “Ontem [domingo] matamos um rato enorme que saiu daqui”, contou.
Até o momento, a Prefeitura e o Departamento de Posturas não se manifestaram sobre o caso do Alfredo Freire 3.