A água escorria pelas ruas Sheila Vieira Magalhães, José Marajó Carvalho e Charle Silva, invadindo as residências, arrastando móveis e até veículos
Foto/Arquivo Fernanda Borges
Rua Sheila Vieira Magalha~es em 2011 quando a PMU realizou reparos nas galerias de águas pluviais, época difícil para moradores
Moradores relembram problemas causados com enxurradas no bairro São Cristovão. O fato aconteceu há alguns anos e bastava uma chuva forte para os problemas aparecerem. A água escorria pelas ruas Sheila Vieira Magalhães, José Marajó Carvalho e Charle Silva, invadia as residências, arrastava móveis, eletrodomésticos, lixo e até veículos. O incômodo já não acontece mais, as galerias pluviais passaram por reparos.
A dona de casa Regina Luísa dos Reis mora no final da rua Sheila Vieira Magalhães, e de acordo com ela, realmente foi um grande transtorno; muitos moradores sofreram com a situação, os quintais ficavam alagados, os muros caíam com a força da água, e a rua vivia cheia de buracos.
“Também sofri com esse problema, não tanto quanto os moradores do início da rua, onde a enxurrada passava primeiro. Mas o problema foi resolvido, isso não existe mais, resta apenas um pequeno alagamento quando chove próximo ao Cemei do bairro”, relata a dona de casa.
A moradora Maria Madalena, também se lembra dessa situação. Ela conta que sofreu com o problema, mas a irmã que morava nas primeiras casas, viveu períodos terríveis. “Ela perdeu eletrodomésticos, que foram arrastados, entre eles, uma máquina de lavar; o quintal ficava alagado com a água que vinha de outras residências. Todos sofreram. Lembro-me que o ex-prefeito Anderson Adauto esteve no bairro, conversou com os moradores, e depois de alguns meses as obras começaram”, explica a moradora.
O serviço foi realizado ainda na administração do ex-prefeito Anderson Adauto, com a instalação das galerias pluviais e um novo asfalto.
Já com relação ao ponto de alagamento que ainda existe próximo ao Cemei, a equipe da Secretaria de Serviços Urbanos fará vistoria no local para verificação. O projeto pluvial do local será analisado para averiguar a situação das galerias e bueiros.
Comerciantes pedem solução para água que fica empoçada em rua movimentada
O problema existe há algum tempo, trata-se de uma água escura que desce pela rua José Prado Sobrinho, e escorre por espaço de terra que fica entre a rua Arlindo de Melo e a BR-050. “Só pela cor da água, qualquer um fica impressionado, e o cheiro é terrível, parece esgoto. Isso gera desconforto, principalmente aos clientes, que reclamam bastante”, relata o comerciante Adilson da Silva, que atua no ramo alimentício.
O comerciante afirma que água mal cheirosa parece escorrer de outro estabelecimento que fica próximo. Ele conta que já conversou com responsável pelo local, houve uma breve suspensão, mas voltou a acontecer. Ele diz que também procurou o Codau e a Prefeitura para que tratassem da situação, mas também não obteve resposta.
Diante da reclamação do comerciante, conforme informações encaminhadas pela assessoria de imprensa da Prefeitura, o Departamento de Posturas fará vistoria no local para avaliar se o estabelecimento em questão tem alvará de funcionamento e segue as normas ambientais para descarte de resíduos. Se necessário, a Secretaria de Meio Ambiente também será acionada. Caso haja irregularidade, todos os procedimentos legais serão tomados para evitar a ocorrência do problema, bem como serão aplicadas as sanções devidas a quem de direito.