Os moradores do loteamento das Américas continuam reclamando da altura do mato em terreno vago entre a rua A e avenida Maria Rodrigues da Cunha Rezende. Segundo uma moradora que optou por ter a identidade preservada, o problema persiste há mais de um ano. Ela disse que tem medo de ir até o ponto de ônibus que fica em frente do terreno.
Outra moradora que também preferiu não se identificar relatou que usuários de drogas compram o entorpecente nas proximidades e vão para o terreno consumir. Segundo ela, os moradores estão com medo.
Já o morador Carlos Henrique Campos disse que já ligou na Prefeitura e o problema não foi solucionado. “Não achamos o proprietário. A PMU não dá uma solução. Nós queríamos que o mato fosse desbastado, não estamos vendo nada. Não tem como sair de casa direito. Tenho que pegar a minha mãe e minha sobrinha quando vão ao ponto de ônibus. O mato está tomando conta de tudo”, disse Carlos.
A Prefeitura foi procurada para comentar sobre o caso. O superintendente de Limpeza Urbana, João Ricardo Pessoa, informou que nesta segunda-feira (27) uma equipe vai ao local verificar se o lote pertence ao município. Segundo ele, a secretaria possui um cronograma de ação para toda a cidade. Caso o terreno seja particular, o Departamento de Posturas deverá ser acionado.