Para aqueles produtores que não querem enfrentar esse problema, a melhor arma é a prevenção. Segundo Sávio, uma medida que pode ser adotada é evitar a presença das moscas. Para isso é recomendado o controle através de inseticidas ou dos dejetos dos animais. É importante também evitar a compra de animais em locais que já houve registro da doença e, principalmente, o uso de seringas individuais no momento da ordenha – as mesmas devem passar por processo de assepsia adequado, pois as agulhas contaminadas com sangue são transmissoras da doença.
Com relação aos sintomas, nos bovinos incluem corrimento nasal, lacrimejamento, conjuntivite, mucosas hipocoradas (brancas), diarreia, febre, quebra na produção de leite, perda progressiva de peso, queda da fertilidade (abortos), pneumonia secundária e morte. A doença se desenvolve de modo semelhante em caprinos e ovinos. Já nos equinos ocorre febre, polipneia (aumento dos movimentos respiratórios), taquicardia, edema dos membros, hidrocele, tremores musculares, icterícia, edema da bolsa escrotal, lesões urticariformes e anorexia.