Representantes da Companhia Habitacional do Vale do Rio Grande (Cohagra) realizaram reuniões em Belo Horizonte nesta semana para tratar de projetos habitacionais, regularização fundiária e novas parcerias para ampliar ações voltadas à moradia em Uberaba.
A agenda ocorreu nos dias 5 e 6 de agosto e contou com a participação da presidente da Cohagra, Regiane Isidoro, do diretor de Empreendimentos e Expansão, Paulo Sérgio Sartorato Júnior, e das vereadoras Luciene Fachinelli e Ellen Miziara.
Entre os compromissos, a comitiva esteve na Superintendência do Patrimônio da União em Minas Gerais (SPU/MG), onde deu continuidade às tratativas relacionadas às áreas remanescentes ferroviárias e alternativas para regularização fundiária no município.
Também foi realizada reunião com a empresa VLI para discutir a situação das famílias que vivem nas comunidades Palestina e Gameleiras III. Segundo a Cohagra, o objetivo é buscar soluções que considerem a segurança operacional da ferrovia, a regularização das áreas e o direito à moradia.
O encontro contou ainda com a participação on-line do secretário municipal do Agronegócio, Luís Renato Tiveron.
Na quinta-feira (6), a presidente da Cohagra participou de reuniões na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), na Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas) e na Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge).
As agendas trataram do acompanhamento de um protocolo de intenções firmado com o Estado, estudos para uma Parceria Público-Privada (PPP) Habitacional, desenvolvimento de novas áreas para empreendimentos e ampliação das políticas públicas de habitação em Uberaba.
Segundo Regiane Isidoro, a regularização fundiária da comunidade Palestina está entre as prioridades da companhia. “A regularização fundiária da comunidade Palestina, por exemplo, integra o Plano de Governo e tem sido tratada com responsabilidade, diálogo e articulação institucional. Cada reunião representa um passo importante para aproximar parceiros, viabilizar projetos e ampliar o acesso das famílias uberabenses ao direito à moradia”, afirmou.