Mais uma reivindicação chega ao Jornal da Manhã pedindo a substituição das pedras, que, segundo a comunidade, causam muitos transtornos, pois vão se soltando e formando buracos
Moradores da rua Menelick de Carvalho, no bairro Boa Vista, pedem a troca de paralelepípedos por massa asfáltica. Mais uma reivindicação chega ao Jornal da Manhã pedindo a substituição das pedras, que, segundo a comunidade, causam muitos transtornos, pois vão se soltando e formando buracos.
Recentemente, a Secretaria de Infraestrutura fez o asfaltamento da rua Padre Jerônimo, o que gerou elogios de vários moradores e motoristas em geral, pois a via, que antes era de paralelepípedo estava em péssimas condições, com buracos em vários pontos. A demanda foi atendida, mas antes houve a autorização do Conselho de Patrimônio Histórico e Artístico de Uberaba (Conphau), pois algumas vias são consideradas Patrimônio Histórico e, por isto, não podem ser asfaltadas. É este mesmo procedimento que os moradores e comerciantes da rua Menelick de Carvalho desejam.
“Moro aqui há anos, e os veículos de hoje não são feitos para circular em ruas de paralelepípedo. Recentemente, os funcionários do Codau fizeram alguns serviços de manutenção na rua, recolocaram as pedras com areia, mas pouco tempo depois se soltaram novamente, formando buracos pela rua. A cada veículo que passa, além de estragar o carro, o risco para os pedestres é grande, pois as pedras são arremessadas e podem acertar alguém”, revela a aposentada Diva Correia Silva.
A moradora destaca ainda, que a rua é muito movimentada durante todo o dia e além de veículos leves como carros e motos, também circulam caminhões, pois, bem próximo, existe uma empresa terceirizada da Cemig. Ela destaca ainda a presença dos estudantes. Existe uma escola na rua, e jovens circulam pelo local o tempo todo.
A solicitação dos moradores foi repassada ao secretário de Infraestrutura, Roberto Indaiá, que sugeriu à comunidade se mobilizar, elaborar um abaixo assinado, com o nome de todos que pedem o asfaltamento da via, e protocole na prefeitura. O mesmo será apresentado ao Conphau, para que os conselheiros se posicionem se é permitido ou não realizar o serviço.