Moradores dos edifícios localizados no cruzamento das avenidas Leopoldino de Oliveira e Santos Dumont estão preocupados com a infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, devido ao acúmulo de água em terreno onde antigamente funcionava o Hospital Santa Helena.
De acordo com a síndica de um dos prédios, que optou por ter a identidade preservada, da janela do apartamento onde mora é possível verificar a água empoçada no local. “É um absurdo uma situação dessas bem no centro da cidade. É possível perceber o estado do terreno, já que não há muro, apenas tela.” A síndica ainda ressalta que já ligou várias vezes no Departamento de Controle de Zoonoses (DCZ) e, pelo que parece, nada foi feito.
De acordo com assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde, quando o cidadão aciona os agentes do Controle de Zoonoses, a solicitação é atendida de imediato. Os funcionários verificam a existência de depósitos de água e, se possível, esvaziam o recipiente e o viram de cabeça para baixo para evitar o acúmulo de água novamente. Quando isso não é possível, eles aplicam larvicida para combater a proliferação do mosquito. No entanto, o diretor do DCZ|, André Ribeiro, ressalta que poça d'água não é criatório do Aedes aegypti.