Trânsito na avenida João Dallacqua, no conjunto Beija-Flor, volta a ser alvo de reclamação dos moradores
Trânsito na avenida João Dallacqua, no bairro Beija-Flor, volta a ser alvo de reclamação dos moradores. Apesar de inacabada a obra de duplicação, a circulação de veículos já foi liberada nas duas pistas há alguns meses e os moradores da rua Cláudio Talarico alegam que o trânsito na rotatória que foi construída local está muito perigoso. O fluxo de veículos aumentou bastante, principalmente de caminhões e ônibus, pois se tornou o único caminho para aqueles que saem da BR-050 para acessar a avenida Santana Borges e daqueles que desejam seguir para a rodovia em direção a São Paulo.
A cabeleireira Patrícia de Lucca mora na esquina da rua Cláudio Talarico com avenida João Dallacqua e, de acordo com ela, o local está cada vez mais perigoso. “Depois que houve a construção desta rotatória, o fluxo de veículos aumentou muito. Interditaram a rótula que existia e agora todos os veículos que desejam fazer o retorno, para acessar a rodovia ou voltar à própria avenida, usam essa rotatória. O movimento de veículos pesados, como caminhões, ônibus e bitrem, também está intenso, o que deixa o trânsito perigoso, pois quando vão fazer o contorno, a impressão que temos é que irão destruir o muro da minha casa, pois passam bem perto do passeio”, diz.
Patrícia afirma ainda que a forma como esta rotatória foi construída não é a correta, é preciso repensar a obra, para segurança de motoristas e moradores. Ela conta que um ônibus derrubou um poste de sinalização quando tentava fazer uma manobra e, além disso, por conta dos veículos pesados que passaram a circular no local, as paredes da casa em que mora, assim como a piscina, estão apresentando rachaduras.
Diante desta situação, a sugestão dada pela moradora e alguns vizinhos é para que a Prefeitura, que ainda não concluiu a obra, não desfaça a rotatória que fica mais abaixo na via, próximo ao viaduto. Ela sempre foi o retorno usado pelos motoristas, somente precisa de algumas melhorias, como a ampliação, para que se torne mais acessível. “Mas, não parece ser essa a ideia da Prefeitura. Já entrei em contato nas secretarias de Trânsito e de Infraestrutura, mas não conseguimos passar a nossa reivindicação. Perguntei sobre a possibilidade de colocar barras de ferro no passeio, para evitar algum acidente e a destruição do muro, mas disseram que não é recomendado, pois se acontecer algum acidente e a pessoa morrer por conta disto, posso ser responsabilizada”, explica Patrícia.