CIDADE

Vândalos estragam academias e usuários querem mais monitores

Projeto criado em 2011 enfrenta dificuldade com manutenção de equipamento, ação de vândalos e com a ausência de instrutores

Geórgia Santos
Publicado em 17/05/2013 às 00:40Atualizado em 19/12/2022 às 13:01
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Usuários reclamam das condições dos equipamentos das academias instaladas nas praças. No bairro Abadia, por exemplo, um equipamento está quebrado e outro teve ser retirado, pois não havia conserto. Além disso, a comunidade reclama também da ausência de monitores, que não estão realizando os trabalhos de orientação aos usuários.

Criado em 2011, o projeto “Boa Praça, Boa Forma” foi implantado para melhorar a qualidade de vida da população. As academias foram instaladas em 25 praças da cidade, que recebem centenas de pessoas diariamente. Entretanto, o projeto vem registrando algumas reclamações, como a falta de instrutores e também as condições dos equipamentos, sendo que muitos estão quebrados e a manutenção não é feita de forma ágil.

A auxiliar administrativa Mariângela Amaral faz exercícios nas academias ao ar livre, principalmente na da praça Nossa Senhora Abadia, pelo menos três vezes por semana, e nos últimos dias percebeu que o monitor não está no local, gerando preocupação se está realizando o treinamento de forma correta. “Um fiscal da Prefeitura esteve no local para conversar com alguns usuários sobre as condições dos equipamentos e também em relação à presença do monitor. Disse a ele que há muito tempo não via o professor”, comentou.

Quanto às condições dos equipamentos, Mariângela conta que um deles teve de ser retirado da praça e o outro está quebrado, portanto, impossível de ser utilizado, e ainda pode machucar alguém. “Acredito que deva ser uma ação de vândalos, pois quem usa não iria danificar”, afirma.

Diante desta situação, o secretário municipal de Esporte, Alan Carlos, pede, antes de tudo, a compreensão da população para que ajude a Prefeitura na manutenção e conservação dos equipamentos. “Nós encontramos essa dificuldade e até solicitamos um compromisso da população para que nos ajude. Pois à medida que consertamos um equipamento, horas depois recebemos ligações de usuários de que outro ou o mesmo está estragado. Mas estamos fazendo um esforço para resolver esse problema o mais rápido possível. Para se ter noção, há lugares em que a pessoa arranca o equipamento e aproveita o metal para consumo de droga”, afirma.

Já com relação aos monitores, Alan explica que a atual administração herdou as academias sem professores e, devido às dificuldades financeiras, não é possível ter professores exclusivos todos os dias em determinado local. Portanto, está sendo realizado revezamento.

De acordo com a diretora do Departamento de Lazer, Fernanda Roqueti, estão sendo realizadas reuniões nos bairros em que existem as academias, informando lideranças sobre os horários em que os monitores estão presentes. No intuito de repassar essa orientação aos usuários, na praça da Abadia, por exemplo, tem instrutor de manhã e à tarde, toda segunda-feira e sexta-feira, das 7h às 10h, e às 16h de segunda a quinta.

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