Vereador Samuel Pereira está pedindo uma fiscalização rigorosa para aprovação de projetos habitacionais com dois pavimentos
Vereador Samuel Pereira está pedindo uma fiscalização rigorosa para aprovação de projetos habitacionais com dois pavimentos. A solicitação foi encaminhada à Prefeitura através de requerimento na última administração e, com a mudança de governo, o legislador pretende reiterá-la junto ao prefeito Paulo Piau.
De acordo com o vereador, ele tem recebido denúncias de corretores de imóveis em relação a problemas pós-vendas, sobretudo quanto à qualidade de materiais empregados e da mão de obra. “Diante desta situação, estamos solicitando uma fiscalização rigorosa em obras para construção de casa. É preciso ter critérios para aprovação deste projeto. Segundo informações de corretores, assim como os engenheiros, também assinam pela construção, comercializam e depois aparecem problemas na casa, que não foi erguida de forma correta e com materiais e mão de obra de qualidade”, explicou.
Além de corretores, a própria pessoa que vai comprar algum imóvel corre o risco de estar adquirindo uma residência que não foi erguida de forma adequada. E para os consumidores a situação é ainda mais delicada, pois estes não são especialistas para detectar o erro. Portanto, se existe uma fiscalização mais rigorosa na hora de construir, a situação é diferente, é como se tivesse um selo de garantia sobre aquele projeto.
Samuel pediu também uma fiscalização mais intensa para a construção de casas populares do projeto "Minha Casa Minha Vida". “As construtoras não estão realizando um serviço de forma regular, as empresas não estão aptas conforme a finalidade social do imóvel, apresentando condições deploráveis para moradia, como piso mal colocado, pintura em péssimo estado, telhado irregular, o que acaba levando a rachaduras e infiltrações. Além do nível da casa, que foram construídas alguns centímetros abaixo do solo, gerando transtorno ao morador em dias de chuva, com inundações”, explica Samuel.
Vale ressaltar que as pessoas que adquirem as unidades habitacionais por meio de programa social do governo federal, na maioria das vezes, não têm condições financeiras para reformar o imóvel e consertar os erros deixados pela construtora. E quando o problema chega à Justiça, a burocracia emperra a solução.