
John Árias, ex-Fluminense, é o grande sonho do Palmeiras (Foto/Reprodução Instagram)
Após um ano de alto investimento e sem conquistas, o Palmeiras iniciou o planejamento para a temporada de 2026 com foco em ajustes pontuais no elenco. A avaliação interna é de que o grupo precisa de reforços em pelo menos três posições consideradas estratégicas.
Em conjunto com o departamento de futebol, o técnico Abel Ferreira indicou a necessidade da chegada de um zagueiro que atue pelo lado esquerdo, um meio-campista com capacidade de jogar tanto como primeiro quanto como segundo volante, além de um atacante para fortalecer o setor ofensivo.
Na defesa, o cenário aponta para a possível saída de Micael, contratado em 2025 após passagem pelo futebol norte-americano. Diante disso, o clube analisa alternativas para reposição, com nomes experientes sendo avaliados para compor o sistema defensivo na próxima temporada.
O meio-campo também deve passar por mudanças. O Palmeiras admite que pode negociar Aníbal Moreno, alvo antigo de clubes argentinos, além de Emiliano Martínez, que chegou neste ano, mas não conseguiu se firmar e pode ser colocado no mercado ao fim da temporada.
No ataque, a carência é vista como ainda mais sensível. A comissão técnica entende que o elenco ficou limitado ao longo do ano, especialmente quando Vitor Roque e Flaco López foram utilizados juntos, deixando poucas alternativas no banco de reservas. Luighi, formado na base, foi a única opção disponível, mas ainda não é tratado internamente como uma solução imediata.
O Palmeiras entende que precisa de mais um atacante. Nos últimos dias, nomes como John Árias, ex-Fluminense, e hoje no Wolverhampton, da Inglaterra, foi apontado como o “grande sonho” da comissão técnica para 2026. Além disso, o Verdão convive com um problema “crônico” no elenco no setor de frente.
Para 2026, o clube também acompanha a recuperação de Paulinho, uma das principais contratações da temporada atual, que só deverá estar à disposição nos primeiros meses do próximo ano.
Com isso, o Palmeiras projeta um período de mercado mais cirúrgico, buscando peças específicas para corrigir falhas identificadas ao longo de 2025.