
Empate leva aos pênaltis. Quem vencer, faz história (Foto/Arquivo)
Rio de Janeiro, RJ, 19 – Corinthians e Vasco se enfrentam neste domingo, às 18h, no Maracanã, pela finalíssima da Copa do Brasil. Depois do empate sem gols em Itaquera, na quarta-feira, as equipes fazem o confronto no Rio de Janeiro sem vantagem, e uma nova igualdade no placar levará a decisão para os pênaltis. O duelo marca a chance de ambos os clubes darem fim a um incômodo jejum de títulos nacionais.
Ao erguer o troféu do Paulistão, em março, o Corinthians encerrou uma sequência de seis anos sem conquistar uma taça sequer. A última vez havia sido em 2019, quando o time do Parque São Jorge foi campeão estadual. Agora, a equipe alvinegra pode encerrar um jejum de títulos nacionais que já dura oito anos. A conquista mais recente foi o Brasileirão de 2017.
A competição é organizada pela CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE FUTEBOL (CBF) e tem a cobertura completa do Portal FUTEBOL INTERIOR, que acompanha os jogos online no Placar ao Vivo e depois apresenta todos os comentários e noticiário completo. NOVIDADE! Futebol Interior agora está nos Canais do WhatsApp. Participe agora!
O clube teve a chance de acabar com a seca em 2018 e 2022, mas ficou com o vice da Copa do Brasil diante de Cruzeiro e Flamengo, respectivamente. O Corinthians é tricampeão do torneio e faturou o título em 1995, 2002 e 2009.
O jejum do Vasco é ainda mais incômodo. O clube amargou uma grave crise institucional nas últimas duas décadas e foi campeão nacional pela última vez há 14 anos, quando venceu a Copa do Brasil de maneira inédita, em 2011 — naquela temporada, os cariocas ficaram com o vice do Brasileirão, vencido pelo Corinthians. De lá para cá, o time enfrentou problemas financeiros e disputou a Série B por quatro vezes (já havia jogado em 2009), mas também não conquistou o troféu da segunda divisão.
RETROSPECTO
O retrospecto pesa a favor do Corinthians. O Vasco venceu apenas uma das últimas 26 partidas contra o time paulista. As equipes já se enfrentaram cinco vezes em torneios eliminatórios, com cinco vitórias corintianas. Um dos confrontos mais marcantes, inclusive, aconteceu no Maracanã. Em 2000, os clubes decidiram o Mundial de Clubes da Fifa, e os paulistas ficaram com o título após disputa de pênaltis.
PREMIAÇÃO
A CBF vai pagar R$ 77,1 milhões ao campeão, que acumulará R$ 109,1 milhões em premiação. O vice receberá R$ 33 milhões e ficará com um total de R$ 53,5 milhões. Quem levantar o troféu também garante vaga na Libertadores e poderá vislumbrar um 2026 mais animador. A partir da próxima temporada, os dois finalistas asseguram classificação para o torneio da Conmebol.
PRA SALVAR O ANO
Tanto Corinthians quanto Vasco fizeram temporadas irregulares. Apesar do título do Paulistão, a equipe corintiana amargou a eliminação na pré-Libertadores, a queda precoce na Sul-Americana e terminou o Brasileirão apenas na 13ª colocação. Já os cariocas também caíram na fase de grupos da Sul-Americana e ficaram em 14º no campeonato nacional, perdendo oito partidas nas últimas dez rodadas.
CORINTHIANS
O Corinthians chegou como favorito para o primeiro jogo da final, na quarta-feira, na Neo Química Arena. O time de Dorival Júnior havia deixado pelo caminho adversários de peso, como Palmeiras e Cruzeiro, mas fez uma partida abaixo da crítica e viu o Vasco, que eliminou Fluminense e Botafogo nos pênaltis, se sentir à vontade para desenvolver seu jogo. Os paulistas não levaram perigo e, por mais que os cariocas também não tenham assustado, viram o adversário jogar melhor, sem que o Corinthians fizesse valer o mando de campo.
A tendência é Dorival repetir a escalação do primeiro jogo, com Raniele e Garro entre os titulares. Maycon e Carrillo correm por fora. “O torcedor já percebeu, dentro da Copa do Brasil, que tem motivos para acreditar nessa equipe. É só ver o que fizemos na competição. E