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Após caso Backer, cervejas artesanais podem ganhar teste de contaminação

Publicado em 19/06/2020 às 21:53Atualizado em 18/12/2022 às 07:12
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Cervejas artesanais produzidas em Minas poderão passar por testes que apontam possíveis contaminações na bebida. A iniciativa ocorre após o caso de contaminação envolvendo a Cervejaria Backer e busca oferecer mais segurança ao consumidor.

O processo, pioneiro no Brasil, será feito pelo Centro de Inovação em Tecnologia (CIT) do Senai, com apoio da Fiemg e do Sidibebidas.

“Testes são feitos a partir de análises clínicas que vão detectar as características normais da cerveja. Já se fazia essas análises, e agora acrescer a possibilidade de detectar possíveis intoxicantes nessas cervejas. O dietilenoglicol e monoetilenoglicol são dois intoxicantes que aconteceram na Backer. Normalmente, nunca foram utilizados nas cervejas. Isso tudo pode até gerar uma iniciativa de um selo que respalde essa qualidade”, explica o diretor da Associação Brasileira de Cervejas Artesanais, Marco Falcone.

Produtores de cervejas interessados em participar da iniciativa devem entrar em contato com o Centro de Inovação em Tecnologia.

Inicialmente, serão feitas análises para cervejarias mineiras, mas a expectativa é ampliar o procedimento a outras empresas do ramo no país. 

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