GERAL

Conselheiro Estadual de Saúde avalia Conferência Municipal de Saúde

Para Jurandir Ferreira, a efetividade da Conferência está atrelada ao grau de engajamento também da sociedade

Publicado em 24/06/2015 às 16:21Atualizado em 16/12/2022 às 23:35
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 Conferência Municipal de Saúde reuniu interessados durante três dias de debates e conversas para avaliar as principais reivindicações na área. O evento foi encerrado no domingo (21) com 900 propostas de diretrizes para a melhoria da saúde a cidade no balanço. Além do secretário municipal de Saúde, Marco Túlio Cury, também prestigiaram a Conferência o Conselheiro Estadual, Jurandir Ferreira, profissionais e usuários do sistema.

Na avaliação de Jurandir, o número de propostas é fora do comum; a quantidade de demandas foi gerada devido a estratégia desenvolvida pelo Conselho e a Secretaria de Saúde do município, envolvendo diretamente a sociedade. “Buscamos professores de universidades e fizemos uma capacitação de gerentes. Cada gerente buscou em todas as entidades de cada bairro as reivindicações de todos. Ao todo, foram 1300 propostas. Após as avaliações, o número finalizou em 900”, disse.

Todas as propostas irão compor um relatório que, por sua vez comporá uma cartilha, publicada no Diário Oficial do Município, o Porta-Voz. Os delegados que participaram da Conferência receberão a cartilha para o acompanhamento do cumprimento da proposta.

A Conferência também será realizada em âmbito estadual e nacional. Para estes eventos serão levadas 14 propostas mais significativas e que se identificam com as propostas dos outros municípios mineiros. A partir daí estas propostas se tornarão responsabilidade estadual ou nacional.

 Jurandir ainda explica que, para ter efeito, o documento levantado na Conferência precisa ter participação efetiva dos cidadãos. “A gente não pode jogar a responsabilidade somente no governo ou nos conselheiros. A cidade é nossa e ninguém tem atestado ou escritura para mandar sozinho. Então, a sociedade precisa cobrar”, disse.

A Conferência no município é realizada uma vez a cada quatro anos, uma vez a cada novo mandato do governo do estado e da Presidência do Brasil. Na avaliação do conselheiro, a realização das conferências no meio do mandato é um problema. “Não dá tempo de realizar tudo que gostaríamos, mas nos dois próximos anos podemos incluir algumas condicionalidades importantes até o fim deste governo”, explica.

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