Ministério Público não recebeu documentação completa de operadora de telefonia que poderia subsidiar as investigações sobre a morte do empresário Antônio Alberto Stacciarini.
No início do mês, o promotor Láercio Conceição Lima solicitou a quebra do sigilo de um número de aparelho celular ao juiz Ricardo Cavalcante Motta, da 1ª Vara Criminal. O pedido foi deferido e o mandado de cumprimento expedido pelo juízo à companhia telefônica CTBC. No entanto, o promotor revela que a documentação chegou incompleta. Laércio Conceição tem interesse nas ligações ocorridas entre 18h de 1º de abril de 2011 até 18h do dia 2 de abril daquele mesmo ano.
O promotor entrou em contato direto com a operadora de telefonia e aguarda a juntada da documentação restante nos autos do inquérito civil.
Somente após estas questões serem resolvidas, ele poderá dar andamento no processo.
O empresário foi encontrado morto em casa na manhã do dia 2 de abril de 2011. Stacciarini apresentava dois golpes na cabeça e foi atingido quando estava deitado, possivelmente dormindo. Desde o início foi descartado o crime de latrocínio (roubo seguido de morte), já que havia dinheiro na calça da vítima e os computadores e bens de valor estavam intactos na residência. As investigações correm em segredo de Justiça, tendo o zootecnista D.A.B. como principal suspeito.