Ministério Público Estadual propôs ontem mais três ações contra ex-prefeito da região.
Dando sequência a uma série de ações civis públicas de responsabilidade por ato de improbidade, o Ministério Público Estadual propôs ontem mais três ações contra ex-prefeito da região. Na segunda-feira (1º), José Carlos Fernandes Júnior havia impetrado duas ações conta os ex-prefeitos de Água Comprida, José Oscar Silva e Rodolfo Prata. Desta vez, além de outras duas contra José Oscar, o MPE representa contra Ronaldo Castro Bernardes, ex-prefeito de Campo Florido. Segundo o promotor, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais constatou que houve excesso referente a despesas com serviços de terceiros do Poder Executivo de Campo Florido durante os exercícios de 2000 e 2001. Para o MPE, o requerido desrespeitou todos os princípios constitucionais e requer a perda da função pública, a suspensão dos direitos políticos pelo período de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até 100 vezes o valor da remuneração recebida e proibição de contratação com o Poder Público. A mesma ação foi proposta contra o ex-prefeito de Água Comprida, José Oscar da Silva, além de outra que pede a devolução, aos cofres municipais, de R$ 2.177,17 referentes a despesas sem os respectivos comprovantes e sem a devida quitação. As ações propostas na segunda-feira pedem o ressarcimento de quase R$ 2 milhões aos cofres municipais de Água Comprida. O ex-prefeito Rodolfo Almeida Prata, se condenado, terá que ressarcir o município em R$ 1.269.452,57. Contra José Oscar pesam valores da ordem de R$ 458.302,95.