Muito se fala nas redes sociais sobre habilidades socioemocionais. Expressões como resiliência, empatia e trabalho em equipe são questões que influenciam a vida das pessoas. Por isso, uma nova ferramenta educativa nas escolas tem sido usada: as chamadas soft skills.
Essas habilidades de comportamento ajudam os alunos de ensino fundamental e médio no desenvolvimento pessoal para enfrentarem o mercado de trabalho. Escolas brasileiras já adaptaram o estilo empreendedor da ferramenta DreamShaper à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para levar além do ensino técnico para os estudantes.
O gerente de operações da DreamShaper, Felipe Rodrigues, explica como essa ferramenta pode ser útil para os adolescentes desde a convivência na escola. “Nas escolas, as habilidades socioemocionais ajudam os alunos a terem uma relação melhor, seja com os próprios colegas ou com os professores. Eles acabam se tornando mais abertos a novas experiências e descobertas, e passam a ter um papel mais ativo no próprio aprendizado, melhor concentração e maior planejamento”, afirma.
Um estudo encomendado pela Fundação Lemann foi realizado para medir o impacto social da plataforma. Os resultados mostraram que os alunos de ensino fundamental e médio que usaram a ferramenta durante um ano aumentaram a capacidade de organização e planejamento em 54%, a concentração em 51% e a criatividade em 58%. Já a orientação para o futuro profissional cresceu em 65%.
O trabalho da ferramenta não é realizado de forma avulsa. Os professores recebem a orientação de como guiar os estudantes.
A DreamShaper já está no Brasil desde 2015. Mais de 20 mil jovens já passaram pelo processo de conhecimento das soft skills. Segundo a empresa, é possível que o número chegue a 250 mil até o final deste ano.