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Inquérito do caso Stacciarini volta a Uberaba após análise de provas

Contratado como advogado da família, Leuces Teixeira vai acompanhar o inquérito que apura a morte do empresário Antônio Alberto Stacciarini, encontrado morto em casa

Daniela Brito
Publicado em 17/12/2013 às 11:29Atualizado em 19/12/2022 às 09:47
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Arquivo/jairo chagas

Promotor Laércio Lima aguarda os autos para denunciar o suspeito ou pedir pelo arquivamento do inquérito   Contratado como advogado da família, Leuces Teixeira de Araújo vai acompanhar o inquérito policial que apura a morte do empresário Antônio Alberto Stacciarini, encontrado morto em casa no dia 4 de abril de 2011.    A maior expectativa do profissional é dos autos retornarem para a Comarca de Uberaba. Desde maio, o inquérito policial se encontra sob a responsabilidade do delegado Alexandre da Fonseca, da Divisão de Crimes Contra a Vida do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Belo Horizonte, em virtude de diligências solicitadas pelo Ministério Público.    Entre as diligências solicitadas está a análise pericial de duas provas que estão sob sigilo bancário, fiscal e telefônico. Somente após conclusão desse trabalho, os autos retornarão a Uberaba.    O principal suspeito do crime é o zootecnista Djalma Bessa Ferreira que chegou a cumprir trinta dias de prisão temporária, através de um mandado de prisão deferido pelo juiz Ricardo Cavalcante Motta, da 1ª Vara Criminal. O suspeito acabou sendo solto na noite do dia 17 de maio, visto que o magistrado não acatou o pedido de prisão preventiva, seguindo parecer do Ministério Público.   No despacho, Motta disse que não havia fundamentos concretos para decretar a prisão preventiva de Djalma Bessa por não existirem, naquele momento, motivos para tal medida. Na ocasião, o juiz também colocou que o contexto apresentado no inquérito pela autoridade policial era frágil para preencher os requisitos previstos no Código Penal.   O advogado informa que, a partir da chegada dos autos, irá analisar todo o inquérito e só poderá atuar como assistente da acusação caso seja formalizada a denúncia contra o zootecnista.    Por outro lado, em contato com a reportagem do Jornal da Manhã, o promotor Laércio Conceição Lima assegurou que somente com a chegada do inquérito poderá analisar a possibilidade de denunciar o suspeito ou pedir pelo arquivamento do inquérito policial.  

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