GERAL

Julgamento de envolvidos na Harpia prejudica trânsito no centro

O diretor da Guarda Municipal, Marco Túlio Gianvecchio, revela ter montado um grupo de apoio com 15 agentes, com viaturas e duas motos, em locais estratégicos do centro da cidade

Thassiana Macedo
Publicado em 11/07/2012 às 10:01Atualizado em 19/12/2022 às 18:36
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Trânsito na região central, principalmente na avenida Presidente Vargas, foi marcado por engarrafamento 

O diretor da Guarda Municipal, Marco Túlio Gianvecchio, revela ter montado um grupo de apoio com 15 agentes, com viaturas e duas motos, em locais estratégicos do centro da cidade, para dar apoio ao intenso fluxo de trânsito com intervenção em pontos com semáforos, especialmente nos horários de pico. O objetivo é agilizar o trânsito durante esta semana em que ocorre o julgamento de 22 suspeitos do total de 31 envolvidos na operação "Harpia", da Polícia Civil. Porém, nada é capaz de minimizar o transtorno para motoristas.

Somado às obras do Água Viva, o bloqueio da passagem das ruas Segismundo Mendes e Lauro Borges, com intervenções no trânsito até a avenida Doutor Odilon Fernandes - conforme informa o diretor da GM - , pode continuar causando engarrafamento e lentidão em diversos pontos do centro, obrigando motoristas a dar voltas ainda maiores para atravessar a cidade. A recomendação é evitar as vias próximas a estas ruas para reduzir o incômodo.

Audiência. Nesta terça-feira (10), o juiz Habib Felippe Jabour ouviu o depoimento dos principais envolvidos na operação "Harpia", entre eles o suposto cabeça da organização, Pedro Evaristo Nunes Neto (Pedrinho), e Tunis Rogério Napolitano Zacharias (Rogério Gordão). O julgamento seguirá até sexta-feira (13). Segundo inquérito da Polícia Civil e a denúncia do Ministério Público, “Pedrinho” e “Rogério Gordão” comandavam a quadrilha e os esquemas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), onde se encontram presos.

Sendo que o “gerenciamento de toda a atividade da empresa criminosa era feito, principalmente, por intermédio de linhas telefonia celular que possibilitavam longos e reiterados diálogos entre os integrantes associados, além da troca de mensagens de texto utilizadas, na maioria das vezes, para informar números de várias contas bancárias destinadas à movimentação dos valores auferidos com a prática da mercancia”, revelam os promotores Eduardo Pimentel de Figueiredo e Aloísio Cunha Soares Júnior.

De acordo com o delegado Luiz Antônio Blanco, durante a operação, que durou cerca de um ano, a Polícia Civil apreendeu 25kg de pasta-base, uma prensa industrial, armas, celulares, HTs (rádios de comunicação da polícia), computadores e grande quantidade de comprimidos de LSD.

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