Imagem de Maduro usando roupa da marca esportiva após captura nos Estados Unidos causa repercussão e debate sobre simbolismos e consumo nas redes sociais

À esquerda, Maduro no momento de sua captura; e, à direita, modelo com o mesmo modelo da Nike vendido por cerca de R$ 1.500 (Foto/Governo dos EUA/Divulgação/Nike)
Após a divulgação de imagens oficializadas pelo governo dos Estados Unidos, o líder venezuelano Nicolás Maduro passou a chamar atenção não apenas pelo episódio de sua captura, mas também pelo visual em que aparece nas fotos recentemente tornadas públicas. Nas imagens, segundo o R7 Entretenimento, Maduro surge usando um conjunto cinza da linha Nike Tech Fleece, avaliado em cerca de R$ 1.500 no Brasil, composto por jaqueta e calça da marca norte-americana conhecida internacionalmente por seu estilo esportivo e casual.
A foto foi compartilhada por autoridades norte-americanas e rapidamente se espalhou nas redes sociais, gerando comentários e memes sobre a aparente contradição entre a ideologia associada ao líder venezuelano e o traje de uma das principais marcas de consumo global. Nas redes, usuários também levantaram hipóteses diversas, inclusive a possibilidade de que a roupa tivesse sido fornecida pelas próprias forças militares após a captura.
O conjunto da linha Nike Tech Fleece tem sido destacado como um dos itens mais populares da marca nos últimos anos e, em alguns mercados, chegou a esgotar rapidamente após a repercussão da imagem. Em lojas brasileiras, segundo o site TMC, a peça completa (quando disponível) costuma ser vendida por valores próximos a R$ 1.700, considerando os preços individuais da jaqueta e da calça no comércio nacional.
A disseminação da imagem também impulsionou pesquisas online sobre o produto, demonstrando como momentos de grande circulação midiática podem influenciar tendências de consumo. Nas redes, a foto viralizou com comentários irônicos e identificações de contraste simbólico entre o visual e a trajetória política do mandatário venezuelano, que tem sido alvo de acusações e críticas internacionais.
Fonte: O Tempo