Com a falta de trabalhadores no mercado, as empresas e mesmo clientes individuais, são obrigados a fornecerem remunerações mais altas
Falta de mão de obra qualificada na Construção acaba inflacionando a remuneração no setor. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), Roberto Veludo, a entidade, em parceria com o Senai e outras instituições têm oferecido cursos de qualificação para as mais diversas áreas envolvidas na construção, mas ainda assim é necessário importar mão de obra.
Com a falta de trabalhadores no mercado, as empresas e mesmo clientes individuais, são obrigados a oferecerem remunerações mais vantajosas para a contratação de bons profissionais. Veludo revela que um servente de pedreiro, atividade que praticamente não exige qualificação, tem hoje salário médio mensal de R$ 1,2 mil em Uberaba. Um pedreiro não tem renda inferior a
R$ 2,5 mil, enquanto um mestre de obras pode receber entre R$ 4,5 mil a R$ 8 mil/ mês, dependendo do seu nível de qualificação.
Veludo diz ainda que o exercício da profissão de engenheiro também está valorizada com o grande avanço da Construção Civil no País. Ele comenta que um profissional da área entra no mercado com salário de pelo menos R$ 2,5 mil.