A vítima morreu com um tiro de revólver, em erro de mira do réu, que desejava acertar seu desafeto
Pena de 13 anos para o réu levado a júri popular por matar rapaz de 21 anos. Punição foi aplicada ontem, ao final do julgamento do autônomo Júlio Humberto dos Reis, de 31 anos, também conhecido como “Sapão”, que não compareceu à sessão.
Ele matou em 2003 o serviços-gerais Sabino Joaquim Brito Neto.
A vítima morreu com um tiro de revólver, em erro de mira do réu, que desejava acertar seu desafeto Edmilson Carlos da Silva, que teria um romance com sua namorada na época. O crime ocorreu em via pública, na porta da casa de Edmilson, onde estava um grupo de pessoas.
Na sentença condenatória, o juiz presidente do Júri, Habib Felippe Jabour (2ª Vara Criminal de Uberaba), lembrou que Júlio Reis agiu movido por um sentimento de ciúme da namorada, bem como lembrou a idade muito jovem da vítima.
Nova sessão. Hoje, o Tribunal de Júri volta a se reunir, desta vez para atender a uma pauta da 3ª Vara Cível, em trabalho a ser presidido por juiz de Campos Altos, que decidiu colaborar em razão do afastamento do juiz Daniel Botto Collaço, que hoje volta a trabalhar após seis meses.
Os jurados vão julgar o mecânico José Roberto Silva, 55 anos, acusado de matar seu ex-sogro Antônio Fernandes de Oliveira. A vítima, um ferreiro de 74 anos de idade, morreu com uma facada na barriga, no início da noite de 18 de novembro de 2007, na rua São Caetano. Na época dos fatos, o mecânico foi preso em flagrante, ainda na casa do ex-sogro.
Consta nos autos que José Roberto partiu para violência por entender que o ferreiro estaria demorando a atender o réu, que queria ver o filho que estaria na residência do avô. Também consta no processo que o réu bebeu no dia dos fatos. Também é certo que vítima e réu mantinham relação de amizade.