Segundo Lídia Assunção Lemos Palhares, presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Uberaba, a expectativa é de que as vendas no setor do vestuário neste segundo semestre serão bem melhores do que as do ano passado, apesar das dificuldades enfrentadas pelo mercado brasileiro em razão da concorrência dos produtos importados, sobretudo vindos da China.
“Sabemos que está bem difícil para os fabricantes brasileiros, mas temos um lado bom que é o aspecto artesanal, principalmente em Minas Gerais que está aprimorando cada dia mais a confecção de peças artesanais, mais trabalhadas com enfeites e pedrarias. Além disso, o Brasil está buscando concorrer oferecendo produtos melhores, desenvolvendo tecidos. Ou seja, o brasileiro entendeu que precisa competir com produtos bem acabados e tecidos bem elaborados, dessa forma a nossa indústria terá um diferencial”, explica.
Outro ponto que vem sendo trabalhado no Brasil para facilitar a competição das indústrias brasileiras do setor de vestuário é a desoneração fiscal. Segundo a presidente do sindicato, a Fiemg vem negociando com o Governo a possibilidade de revisões na folha de pagamento e dos impostos. (TM)