O WhatsApp encontrou uma maneira de lucrar. Comprado em 2014 pelo Facebook pela “bagatela” de US$ 22 bilhões, a rede social ainda não rendia. Até agora.
Segundo informações da agência Reuters, os empresários que optaram por usar a versão empresarial, que é o WhatsApp Business, estarão sujeitos a cobrança, caso demorem a responder. O prazo máximo será de 24h para tirar dúvidas, responder comentários e fornecer informações solicitadas pelo público.
O valor cobrado pela demora vai variar entre US$ 0,05 a US$ 0,09, dependendo o país. O valor é bem superior ao cobrado pelo envio de SMS, normalmente, que não costuma custar mais do que um centavo de dólar.
Recurso já liberado aos usuários da versão empresarial, que tem cerca de três milhões de cadastros, é o envio de informações sobre entrega de produtos, lembretes de compromissos e ingressos para eventos. Mas a ferramenta é de uso restrito às pessoas que entrem em contato com a empresa ou que já tenham iniciado com elas alguma conversa ou que solicitem a abordagem virtual.
Ainda sem data de estreia no Brasil, a nova determinação de cobrança já está sendo testada há alguns meses com cerca de 90 empresas, entre elas a Uber.