Ex-coordenador do Samu, Evaldo José da Silva Filho alega que exoneração do cargo não está relacionada aos questionamentos do MP
Ex-coordenador do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), Evaldo José da Silva Filho alega que exoneração do cargo não está relacionada aos questionamentos levantados em ação ajuizada pelo Ministério Público.
Na ação, a promotoria apontou suspeitas de que o ex-coordenador não cumpria a carga horária no Samu e estaria trabalhando em empresa particular durante o expediente. Entretanto, Evaldo afirma que as alegações do Ministério Público foram feitas com base em uma denúncia anônima e não houve sequer a investigação sobre a veracidade do fato. “As alegações [...] decorrem de denúncia anônima e sem provas”, argumenta em documento encaminhado ao Jornal da Manhã.
O ex-coordenador ressalta que o desligamento do cargo no início de fevereiro ocorreu unicamente por questões políticas, pois ele pertencia à equipe nomeada pelo antigo secretário de Saúde, Fahim Sawan, que foi substituído em janeiro por Marco Túlio Cury. Além disso, Evaldo argumenta que os problemas no Samu citados pela promotoria foram constatados na administração passada e as providências não competiam ao período em que esteve na gestão do serviço.