Oito candidatos pediram registro junto à Justiça Eleitoral para disputar a única cadeira em jogo nas eleições deste ano para o Senado. Cinco deles têm curso superior completo, entre eles o ex-governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), que renunciou ao cargo para candidatar-se. Seu nome é apoiado pela coligação “Todos por Minas” (PSDB, PP, DEM, PSD, PTB, PPS, PV, PDT, PR, PMN, PSC, PSL, PTC, PTN e SD).
Anastasia prevê gastar R$10 milhões com a campanha, enquanto seu principal adversário no pleito, o empresário Josué Alencar (PMDB) – filho do ex-vice-presidente da República, José Alencar, ele adotou o nome do pai na urna, já que assina Gomes da Silva – estima gastos de R$6,2 milhões. Entre os oito postulantes ao Senado, o peemedebista é o que detém o maior patrimôni R$96 milhões.
Sua candidatura é sustentada pela coligação “Minas pra Você” (PT, PMDB, PCdoB, Pros e PRB). Ambos aguardam julgamento dos pedidos de registros encaminhados ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). Na mesma situação estão a servidora pública estadual Maria das Graças Vieira (PCO) e o professor de ensino superior Pablo Lima (PCB).
Candidato do PSDC a senador, José Tarcísio dos Santos teve o pedido de registro impugnado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) porque não apresentou documento comprovando que é alfabetizado. Nome da coligação “+Minas” (PTdoB, PRP, PHS e PEN) ao Senado, Edilson Nascimento (PTdoB) também teve a demanda barrada por falta de documento, assim como o trabalhador metalúrgico e siderúrgico, Geraldo Batata (PSTU), da coligação “Frente de Esquerda Socialista”, com o Psol.
A professora do ensino médio Margarida Vieira (PSB) também deve documentos à Justiça Eleitoral. Ela busca o registro pela coligação “Minas quer Mudança” (PSB, PPL e PRTB). Todos eles ainda têm prazo para apresentar as documentações solicitadas pelo MPE.