Ao receber homenagens do G9 na noite de quinta-feira (29), o prefeito Anderson Adauto partilhou com sua equipe os resultados de seu governo, observando que os avanços alcançados resultaram de muito esforço pessoal e do combate à política de compadres que imperava em Uberaba até então. Ele recebeu a Chave de Ouro da cidade das mãos do presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços (Aciu) e do G9, Manoel Rodrigues Neto, enquanto que o presidente do Codau, José Luiz Alves, recebeu um Hidrômetro de Prata das mãos do presidente do Cigra, Marcelo Pontes Zaidan.
Manoel Rodrigues destacou que foi bom a cidade ter tido um prefeito empreendedor, dinâmico, que muito fez em todos os setores, preparando Uberaba para o futuro. Presidentes da OAB, Helder Silva; da Sociedade de Medicina, Sandro Penna; Sindicato Rural, Rivaldo Borges Júnior; Fiemg, Altamir Roso; Cigra, José Maria Pereira; CDL, Fúlvio Ferreira; Sinduscon, Nagib Barroso, e do Instituto de Engenharia, Eurípedes Fernandes Souto, declararam publicamente a importância do governo Anderson Adauto para o crescimento econômico e o desenvolvimento social de Uberaba e especificadamente em cada uma das áreas em que atuam.
Anderson disse que todos acham difícil trabalhar com ele, mas entendem – como a sociedade também – que é preciso empenho no trabalho. Segundo ele, a política de compadres que existia na Prefeitura impedia avanços para que fossem atendidos interesses pessoais e isso foi combatido com o seu exemplo em não atender até mesmo aos seus amigos.
A atuação do vice-prefeito Paulo Mesquita, de acordo com AA, foi exemplar, com seu bom-senso, discrição e apoio permanente. Anderson partilhou com cada um dos secretários e suas equipes, assessores e servidores que atuam diretamente com ele os resultados obtidos pelo governo e a própria homenagem. “Como filho de um caminhoneiro e de uma costureira, eu tinha a obrigação de trabalhar olhando para as famílias mais humildes, o filho do trabalhador, oferecendo educação de qualidade, onde receberam até mesmo computador pessoal”, observou.