A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e a presidente da Petrobras, Graça Foster estarão em Uberaba, no sábado
O ex-prefeito de Uberaba, Anderson Adauto (PRB), disse ontem em entrevista ao programa Linha Aberta, da Rádio JM 730 khz, que o lançamento da pedra fundamental da planta de amônia da Petrobras, amanhã, dia 3, é um momento histórico. “Essa fábrica é importante não apenas para a cidade, mas para o Brasil. Vamos produzir aqui insumos que importamos para uma área extremamente importante que é a agricultura”, completou AA. A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e a presidente da Petrobras, Graça Foster estarão em Uberaba, no sábado, para dar o pontapé inicial às obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN) no Distrito Industrial 3. No canteiro de obras, a petista também assina um termo de compromisso em que a Gasmig garante o fornecimento de gás natural para suprir a fábrica de amônia, prevista para entrar em operação em 2017. “Essa planta veio ajudar a consolidar essa condição do Brasil de ajudar os brasileiros a produzir mais”, avalia Anderson Adauto, prefeito de Uberaba à época da assinatura do protocolo de intenções entre os governos federal e estadual, em março de 2011, para a implantação da unidade. Para ele, o País não pode ser celeiro do mundo se depende da importação de adubo, e “o Lula teve uma visão fantástica. Entendeu isso e determinou que a Petrobras fizesse isso [a planta]”. Ele relembra que a ação política desencadeada pelo então vice-presidente da República, José Alencar – morto em 2011 –, foi fundamental para a viabilização da fábrica. AA ainda sugere que se busque junto aos pré-candidatos ao governo de Minas que estarão na cidade nesses dias de ExpoZebu, Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT), o compromisso de continuidade do projeto, que passa pela chegada a Uberaba do gás, matéria-prima para a produção da amônia. (RG)