Com a decisão do coordenador regional de Defesa do Meio Ambiente, promotor Carlos Valera, de não prorrogar o prazo para a desativação da Pedreira de Léa, o prefeito Anderson Adauto (sem partido) diz que haverá um retrocesso no trabalho ambiental desenvolvido pelo governo municipal.
Ele acredita que as pessoas voltarão a despejar entulho em áreas públicas e lotes vagos. “De forma prática, o que vai acontecer é a volta do carroceiro, do caminhão de aluguel, do carrinho de pedreiro despejando entulho em terrenos vazios”, afirma. AA lembra que, ao longo dos dois mandatos, criou os ecopontos – locais destinados ao descarte de material da construção civil. Além disso, ele promoveu um trabalho de educação ambiental com objetivo de manter a cidade limpa. “Não podemos permitir este retrocesso”, afirma.
Ele garante que irá buscar alternativas para minimizar os problemas decorrentes da desativação da Pedreira de Léa, sendo um deles a majoração do preço do aluguel das caçambas em função da cobrança pelo descarte de entulho praticado no novo aterro, da iniciativa privada. As soluções serão discutidas nesta quinta-feira em reunião que contará com a participação de integrantes da equipe de governo.