POLÍTICA

Ao responder às críticas, PMU diz que mudou projeto por segurança

Texto posiciona que as grades colocadas nos canteiros centrais e os semáforos implantados nas rotatórias foram medidas necessárias

Gisele Barcelos
Publicado em 09/06/2015 às 07:41Atualizado em 16/12/2022 às 23:48
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Em nota, o governo municipal rebate as críticas do ex-prefeito Anderson Adauto durante entrevista à Rádio JM. O texto posiciona que as grades colocadas nos canteiros centrais e os semáforos implantados nas rotatórias foram medidas necessárias para dar segurança aos pedestres e motoristas no trecho inicial do BRT.

De acordo com a nota, dados apresentados por consultores da área de trânsito e engenharia indicavam risco de acidentes na rota, principalmente devido ao grande número de pedestres na região central. “Como a Prefeitura de Uberaba, na atual gestão, destacou como prioridade a segurança dos pedestres e motoristas, optou-se pela colocação das grades na região central (onde existe mais travessia de pedestre) e também o sistema semafórico, fundamentais para a segurança da comunidade”, continua o texto.

Além disso, o atual governo reforça que o fim do estacionamento na avenida Leopoldino de Oliveira foi estabelecido no projeto contratado e desenvolvido pela gestão anterior. A nota também informa que os novos corredores Sudeste e Sudoeste possuem conceitos completamente diferentes da primeira etapa e ressalta que o trecho Leste-Oeste ainda pode passar por adequações em função das inúmeras falhas identificadas nos projetos herdados de AA.

Outro ponto citado no texto foi em relação aos recursos para a implantação do BRT. A atual administração lembra que o terminal de integração do Manoel Mendes foi custeado inteiramente pelo governo Paulo Piau. “Ao contrário do que foi afirmado pelo ex-prefeito na época, não havia recursos disponíveis para tal obra”, continua a nota.

Também foi questionada a informação sobre a verba para a segunda etapa do BRT. Conforme o posicionamento da Prefeitura, Anderson não deixou os recursos assegurados. “O projeto do eixo Sudeste e Sudoeste foi inserido no PAC 2 apenas em 2013. Portanto, na atual gestão e não na gestão anterior, como afirmou o ex-prefeito”, ressalta o texto.

A atual administração justifica ainda que a transação foi autorizada somente em abril do ano passado pelo Tesouro Nacional e, desde então, a Prefeitura tomou várias providências para dar seguimento ao projeto do BRT.

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