Reportagem do JM percorreu as duas Unidades de Pronto-Atendimento e constatou que a circulação de pacientes estava tranquila
Reportagem do Jornal da Manhã percorreu as duas Unidades de Pronto-Atendimento e constatou que a circulação de pacientes estava tranquila, sem registros de nenhuma anormalidade. Apesar de usuários reclamarem da demora, quem chegava às UPAs recebia o atendimento.
Nas duas unidades, no período da manhã, apenas um médico da área clínica ambulatorial (ala verde) estava trabalhando, o que resultava em demora ainda maior. Esta ala é destinada a casos que não se caracterizam por emergência, quando o paciente chega à unidade sentindo dor, ânsia de vômito e procura a UPA, sendo que essas situações podem ser atendidas até mesmo nas Unidades Básicas de Saúde.
Mesmo assim, a paralisação dos médicos gerou preocupação a usuários e acompanhantes nas UPAs da cidade. Esse é o caso do motorista Jasiel Guedes, que acompanhou a sogra, Ana Maria Silva, 67 anos, na UPA do Mirante. “Eles fizeram exames nela, mas tem três dias que está passando mal. Demorou um pouco a atender e a deixam sentada, esperando o médico para dar remédio para ela. Cadê os médicos?”, questiona.
Em nota encaminhada à reportagem, a direção da UPA 24h Mirante informa que a paciente Ana Maria Silva deu entrada na unidade para reavaliação de exames e foi atendida rapidamente, sem demora em sua avaliação. Ela foi reavaliada e medicada na ala verde, sendo liberada com alta médica.