POLÍTICA

Arrecadação do município cresce 4,5% em relação a 2014

Arrecadação da Prefeitura nos primeiros sete meses deste ano foi 4,5% maior que o montante registrado no mesmo período de 2014

Gisele Barcelos
Publicado em 11/08/2015 às 22:25Atualizado em 16/12/2022 às 03:21
Compartilhar

Arrecadação da Prefeitura nos primeiros sete meses deste ano foi 4,5% maior que o montante registrado no mesmo período de 2014. O volume total de receitas subiu de R$377,6 milhões para R$393,2 milhões no intervalo analisado.

O município recebeu menos recursos carimbados para uso exclusivo em Assistência Social, Educação e Saúde. Porém, houve compensação no resultado final por causa do incremento de tributos municipais e também dos repasses constitucionais oriundos do Estado e da União.

O montante arrecadado com impostos municipais cresceu de R$92,2 milhões para R$97,2 milhões. O melhor desempenho foi do IPTU: os cofres municipais recolheram R$24,8 milhões de janeiro a julho deste ano, contra R$23,1 milhões do mesmo período de 2014.

A taxa de coleta de lixo também subiu, pulando de R$16,3 milhões nos primeiros sete meses do exercício anterior para R$18 milhões agora. O ISSQN saiu de R$34,7 milhões no acumulado de 2014 para R$35,7 milhões este ano.

Já os repasses federais e estaduais somaram R$190 milhões até julho deste ano, considerando os valores brutos – sem desconto da cota revertida para o Fundeb. Em 2014, o volume registrado foi de R$173,3 milhões no mesmo período. O aumento foi puxado principalmente pelo desempenho do IPVA, que teve incremento em torno de 12%, e do ICMS, com alta de quase 9% em comparação ao exercício anterior. O FPM também mostrou variação positiva.

Apesar do resultado nominal positivo, o valor ficou abaixo do esperado para o período. De acordo com o secretário municipal de Finanças, Wellington Gaia, o percentual de crescimento da receita não ultrapassou o índice da inflação. Com isso, o poder de compra do município está menor em 2015.

Gaia também analisa que, devido à crise econômica, o desempenho das receitas deverá piorar. Ele lembra que repasses como o ICMS e FPM são afetados diretamente pelo cenário macroeconômico do país, além de também haver reflexo indireto da situação no orçamento familiar e causar um aumento da inadimplência de tributos municipais como o IPTU.

O secretário ressalta que, até o momento, a Prefeitura ainda não sentiu um impacto forte porque a economia local é centrada no setor de serviços. Porém, ele avalia que o município não sairá iles “A crise pegou todo mundo. Os municípios focados na atividade industrial sentiram primeiro. Nós também vamos ressentir num segundo momento”.

Assuntos Relacionados
Compartilhar
Logotipo JM OnlineLogotipo JM Online

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

Logotipo JM Magazine
Logotipo JM Online
Logotipo JM Online
Logotipo JM Rádio
Logotipo Editoria & Gráfica Vitória
JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por