Em entrevista ao programa Pingo do J, da Rádio JM FM 95,5, o presidente da Companhia Operacional de Desenvolvimento, Saneamento e Ações Urbanas (Codau), José Waldir de Souza Filho, informou que a autarquia licitou e homologou dois serviços e obras para o componente do abastecimento público de Uberaba.
O primeiro serviço trata-se da contratação de empresa de engenharia para supervisão, gerenciamento e fiscalização da revisão do projeto executivo e construção da Barragem Prainha. A empresa vencedora do pregão é a Maciel Assessores S/S Ltda. de Porto Alegre (RS) e terá a tarefa de construir um plano de administração da obra contemplando a gestão do escopo, dos prazos, custos, qualidade, controle tecnológico, suprimentos, riscos, entre outras. Ela venceu a licitação ofertando o valor de R$1,680 milhão pelo serviço.
“Houve uma redução de 3,25% de economia com base no valor estimado inicialmente”, garantiu o presidente da Codau. “Essa empresa fará um pente-fino de toda a situação da obra e de toda a situação do projeto. E vai acompanhar toda a execução da obra da represa da Prainha. Quando todas as máquinas estiverem de volta ao canteiro de obras, a empresa vai acompanhar etapa por etapa, gerenciando a obra e o projeto”, disse Sousa Filho, durante a entrevista aos jornalistas Lídia Prata e Márcio Gennari.
E o segundo é a contratação de empresa de engenharia e serviços, objetivando a adequação e ampliação das Estações de Tratamento de Água (ETAs) 1 e 2. Para essa licitação, o prazo de execução total é de 15 meses. A empresa MCS Montagem, Construções e Saneamento Ltda., de Ourinhos (SP), foi a vencedora, com o valor de R$8,7 milhões.
“Nesse processo, houve uma redução de 12,58% em relação ao estimado na licitação”, ressaltou Sousa Filho.
A verba para execução das obras nas ETAs é oriunda de financiamento da Caixa Econômica Federal em contrato firmado em 2010, com uma contrapartida de 10%. E da empresa de gerenciamento da Prainha trata-se de recurso próprio da Codau.
Prainha. A obra da represa no rio Uberaba está paralisada desde o fim do ano passado porque a construtora alegou problemas técnicos no projeto.