Vereadores Samuel Pereira e Afrânio Lara reagiram à iniciativa de entidades representativas dos trabalhadores em Educação
Foto/Rodrigo Garcia/PMU
Samuel lembra que proposta foi amplamente debatida com a sociedade, com participação inclusive das entidades Vereadores Samuel Pereira (PR) e Afrânio Lara Resende (PRTB) reagiram à iniciativa de entidades representativas dos trabalhadores em Educação de representar junto ao Ministério Público Federal contra a aprovação na Câmara Municipal de Uberaba da Emenda à Lei Orgânica que proíbe a inclusão da ideologia de gênero no sistema educacional. Em nota encaminhada pela assessoria de imprensa da Câmara, os legisladores alegam que a questão foi amplamente debatida com a sociedade e entrou na pauta do Legislativo de Uberaba a partir de representações da Arquidiocese e do Conselho de Pastores Evangélicos.
Os vereadores citam que a discussão foi democrática, com espaço aberto para exposição de pensamentos de todos os segmentos, inclusive das entidades que representam os trabalhadores da Educação. Na opinião de Samuel e Afrânio, “não há que se falar em preconceito ou intolerância, muito menos em utilização política eleitoral na iniciativa”, sob o argumento de que “[os vereadores] estão investidos de cargo eletivo, como representantes da sociedade e que abraçaram um tema a partir do pleito das bases”.
No texto enviado pela assessoria de imprensa é destacado que a propositura seguiu todos os trâmites necessários e que a votação só aconteceu após amplo debate com a sociedade. “Houve, sim, o parecer de inconstitucionalidade em nível de comissão e que restou derrubado pelo plenário autônomo que é”, admite. Acrescenta ainda que a aprovação veio em primeiro turno e segue para o 2º turno nesta terça-feira (17). Os vereadores classificaram também que a palavra intervenção, constante no pedido das entidades, “não parece muito democrática, principalmente quando empregada por representantes dos educadores e por quem tenta se mostrar defensor da liberdade”, conclui.