POLÍTICA

Borjão diz que padronização dos lanches impõe gasto desnecessário

Vereador Marcelo Machado Borges - Borjão - continua tentando resolver a situação dos proprietários de lanches em Uberaba. A Prefeitura quer padronizar todos os lanches no município

Publicado em 11/07/2014 às 00:38Atualizado em 19/12/2022 às 06:56
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O vereador Marcelo Machado Borges - Borjão (DEM) - continua tentando resolver a situação dos proprietários de lanches em Uberaba. A Prefeitura quer padronizar todos os lanches no município, porém muitos já fizeram construção em alvenaria, inclusive padronizando exigências da própria Prefeitura, realizadas em 2008. O objetivo é evitar novos gastos desnecessários, que podem chegar a R$60 mil.

Recentemente o Executivo tentou aprovar Projeto de Lei encaminhado ao Legislativo, mas Borjão entendeu que a matéria estava prejudicando os lancheiros e conseguiu impedir a votação. Desde então o vereador busca acordo com o Executivo, juntamente com Associação dos Vendedores de Lanches, Sucos, Coquetéis e Afins (Avelca).

Um dos itens do projeto que o vereador considerou absurdo é o que previa a realização de licitação para o segmento, prejudicando quem trabalha há anos nestes locais. Borjão já conseguiu o comprometimento com o Executivo de que os proprietários dos lanches instalados até 2008 não terão problema pelos próximos cinco anos. Porém, a Prefeitura quer que os lanches sejam padronizados, mesmo que tenham realizado as adequações exigidas há seis anos, pagas pelos próprios lancheiros. Borjão lembrou que desde então o Executivo se comprometeu a regulamentar a situação, o que não foi feito até agora. Para Borjão, a Prefeitura está fazendo exigências absurdas, fora da realidade destes trabalhadores.

O projeto previa quatro modalidades de quiosques, sendo que as adequações variam de R$7 a R$60 mil. A Prefeitura se disponibilizou a ajudar a conseguir financiamentos com juros mais baixos para as construções, mas outro problema é que os lancheiros terão a concessão das áreas, mas não serão proprietários das mesmas. Borjão vai ainda mais longe e defende que os proprietários dos lanches prestam um serviço de utilidade pública à cidade, pois suas presenças afastam marginais das praças e atrai a presença das famílias. “Eles tomam conta das praças e até das plantas”, acrescentou o vereador.

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