POLÍTICA

Borjão endossa decisão de Franco e critica a Comissão de Ética da CMU

Durante pronunciamento, o democrata disse que estava de acordo com a decisão de Franco de renunciar ao cargo de vogal

Marconi Lima
Publicado em 18/06/2015 às 23:01Atualizado em 16/12/2022 às 23:40
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No melhor estilo “Borjinho Paz e Amor”, o vereador Marcelo Machado Borges, Borjão (DEM), conhecido por seu temperamento verbal agressivo quando faz uso da tribuna da Câmara Municipal de Uberaba (CMU), falou em plenário sobre a decisão do colega Franco Cartafina (PRB) de deixar a Comissão de Ética da CMU. Ele ainda aproveitou para criticar o colegiado, que o acionou uma vez esse ano e ainda o ouviu informalmente numa segunda ocasião.

Durante o pronunciamento, o democrata disse que estava de acordo com a decisão de Cartafina de renunciar ao cargo de vogal na Comissão de Ética e também de não mais participar das reuniões reservadas. “Já participei da Comissão de Ética desta Casa e assim também trabalhei, obviamente, cumprindo fielmente o Regimento Interno da Câmara. Como o vereador Franco fez menção ao meu nome no discurso, sou obrigado a expressar também a minha insatisfação com o que vem ocorrendo na Comissão de Ética”, declarou Borjão.

Para o parlamentar, o atual colegiado deveria ter se posicionado e coibido os acionamentos indevidos e precipitados. “Tenho observado que qualquer fala ou ato é direcionado à dita comissão, sem que antes sejam efetivamente apurados os fatos, ouvidas as partes e, até mesmo, se necessário, buscado um parecer técnico”, ressaltou Borjão.

Ele, na verdade, relembrou que foi acionado pelo colegiado após falar em plenário que havia “conversinhas” sobre a votação que autorizou a criação de um cemitério-parque em Uberaba. Borjão reafirmou, em plenário, que o prefeito Paulo Piau (PMDB) teria dito que alguns parlamentares receberam vantagens para aprovar a matéria. O fato foi desmentido por Piau.

“Já no segundo caso, por uma brincadeira de mau gosto da minha pessoa, de forma afoita, foi requerida a suspensão da sessão para fazer uma reservada e remeter o caso à Comissão de Ética. A comissão, bem como as demais desta Casa, é importante e deve ser levada a sério em suas funções, cumprindo o Regimento Interno da Casa, portanto, antes de ser acionada, deve-se avaliar e discutir os casos, evitando a perda da credibilidade da mesma”, finalizou.

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