A Câmara deve decidir nos próximos dias se fará uma sessão extraordinária na sexta-feira, dia 13, para compensar a plenária de quinta-feira que não foi realizada por falta de quórum. No momento que o presidente do Legislativo, Elmar Goulart (SD, procedia à segunda chamada, às 14h40 do dia 5, havia em plenário, além dele, apenas o vice-presidente da Casa, China (SD), o primeiro secretário da Mesa Diretora, João Gilberto Ripposati (PSDB), e Edmilson de Paula, ou seja, quatro vereadores, quando o mínimo são oito.
A sessão cancelada seria dedicada à leitura e votação de requerimentos e moções de autoria dos vereadores, mas também previa a participação em duas tribunas livres: Cláudia Maia, representando os Voluntários da Acessibilidade, e Silvana Elias, secretária de Educação.
Na opinião do líder governista, vereador Luiz Dutra (SD), a sessão extraordinária deve ser realizada. “Seria importante”, coloca, considerando principalmente o fato de a plenária ser dedicada a requerimentos. “Esse é o dia que os vereadores têm a palavra livre, que podem falar o que pensam, o que vão levar para a comunidade”, completa Dutra, que no dia da sessão cancelada representava o Legislativo em solenidade na Cohagra.
O vereador Marcelo Borjão também diz que é favorável à realização da extraordinária e lembra inclusive que ela não é remunerada. Também segundo ele, será uma vergonha para a Casa se a reunião não for compensada e um prejuízo para todos que terão um dia a menos para apresentar seus requerimentos.
“Espero que haja bom senso da parte dos companheiros e que todos possam ter também o seu comprometimento com as reuniões”, alertou Dutra.