POLÍTICA

Candidatos são impugnados por falta de documentos

Dos 1.810 pedidos de registro de candidaturas apresentados à Justiça Eleitoral mineira, 1.175 receberam impugnações

Gisele Barcelos
Publicado em 18/07/2014 às 00:38Atualizado em 19/12/2022 às 06:50
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Dos 1.810 pedidos de registro de candidaturas apresentados à Justiça Eleitoral mineira, 1.175 receberam impugnações. Em Minas Gerais, foram barrados 17 ficha-sujas, mas nenhum caso é de Uberaba. O principal problema dos nomes locais é a falta de documentos obrigatórios como comprovante de escolaridade e certidões. Os candidatos agora têm prazo para defesa.

Entre os 12 postulantes a deputado federal em Uberaba, sete correm risco de ter a candidatura barrada. Adelmo Carneiro (PT), Aelton Freitas (PR), Ildeu Menezes (PTdoB), Marcelo Machado Borges (DEM), Zé Silva (SD) e Ronaldo Martins tiveram os registros contestados pelo Ministério Público por ausência de documentos obrigatórios. Já Lawrence Borges (PV) teve a filiação partidária questionada pela promotoria.

O ex-prefeito Anderson Adauto (PRB) não recebeu qualquer contestação até o momento. Porém, no caso dele e de outros 33 postulantes que entraram posteriormente com pedido de registro individual, o Ministério Público ainda tem prazo para avaliar os documentos e questionar a candidatura.

Quanto aos 17 nomes lançados para a disputa a deputado estadual por Uberaba, 12 estão com risco de impugnação. O Ministério Público contestou as candidaturas de Almir Silva (PTdoB), Tony Carlos (PMDB), Heli Andrade (PEN), José Antônio Santos (PDT), José Tiago de Castro (PHS), Celso Borges (PRP), Luciene Fachinelli (PSL) e Luís Renato de Oliveira Froidinho (PMN) por não apresentação de documentos obrigatórios.

A falta de quitação eleitoral gerou impedimento aos nomes de Babá Carlos (PMN) e Glauco Marques (PHS). O Ministério Público também questionou a candidatura de Antonio Lerin (PSB), argumentando que ele não estaria no pleno exercício dos direitos políticos. Já Samuel Pereira foi considerado inelegível pela promotoria por cumprido prazo de desincompatibilização, porém a legislação não exige o afastamento do cargo de vereador para disputa das eleições a deputado.

Até o início de agosto, o TRE/MG (Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais) vai julgar os casos individualmente para decidir quem será candidato este ano. Para dar agilidade ao processo, o TRE tem trabalhado em mutirão e vai realizar sessões diárias de julgamento. Quem for barrado na Justiça Eleitoral mineira ainda poderá recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Em 2010, foram apresentadas 675 impugnações ao total de 1.790 pedidos de registro de candidatura. Ao final dos julgamentos, 195 candidaturas foram barradas.

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